
Caros amigos,
Depois de uma semana inflamada, teremos pelo menos dois posts mais tranquilos.
Indo direto ao assunto, esse artigozinho é em homenagem a um grande amigo ESAGUIANO que se formou nesse último sábado. O nome dele é Henrique, mas todos o conhecem como Hike.
Tenho certeza que na ESAG aprendemos algo. Os provões e o mais recente ENAAAAAAAAD mostram isso. Finanças, marketing, recursos humanos, processos produtivos entre outros. Mas isso que nós aprendemos também é aprendido pelos alunos da UFSC, da ÚNICA/FGV, da UNISUL. O conhecimento vomitado por nossos professores é quase universal, mudando apenas a qualidade do vômito e as experiências profissionais que eles passaram. É um vômito globalizado, se é que me faço entender.
Mas para mim o grande diferencial da ESAG é o que aprendemos no tratamento humano, o famoso QE – Quociente Emocional. Aprendemos a nos conhecer, a nos comunicar, aprendemos a errar e a competir. A qualidade do relacionamento inter pessoal da maioria dos ESAGUIANOS é notório. Participe de algum encontro de empresa Junior ou de acadêmico e verá.
E o Hike, onde fica nessa história?
Liderança. Todos nós precisamos nos basear em alguém para desenvolver nossa capacidade de comunicação, nossa capacidade de superar os desafios e nossa capacidade de tentar motivar alguém. E para mim, nesse tempo em que estivemos na ESAG pude aprender muito com ele.
Aprendi a competir contra ele. As verdadeiras batalhas travadas entre os MIGUÉS e o NOUS sempre foram marcadas pela rivalidade e jogo duro. Aprendi a jogar com ele, que sempre me incentivou e me tranqüilizou, chamando a responsabilidade para si nos momentos difíceis e me passando confiança nas partidas mais difíceis. Ajudamos a criar a Atlética da ESAG juntos, e ele foi o primeiro a me oferecer ajuda quando assumi a Diretoria Financeira.
Fomos vice-campeões do JIUDESC uma vez. Aprendi a superar a dor para lutar pela ESAG que ele tão bem defendeu. Jogamos com camisa de pano, mas nos superamos. Aprendi a defender meus argumentos como ele tão bem fazia. Por isso não é e nunca foi uma unanimidade na ESAG. Aprendi que não devemos abrir um extintor e jogar em nossos coleeeegas no dormitório do CAV. Aprendi a admirar os mais experientes, a ouvir seus conselhos e a me exaltar quando for preciso.
Apesar de não ter sido convidado para o bailão da formatura na Casa Rosa, fica minha homenagem para um grande líder e defensor da ESAG que perdemos no dia a dia (e ganhamos no mercado de trabalho).
Todos devemos admirar os mais experientes e tentar ser melhor do que eles. Você tem alguém que respeita muito na ESAG? Concorda que nosso diferencial é basicamente humano e não técnico?
Depois de uma semana inflamada, teremos pelo menos dois posts mais tranquilos.
Indo direto ao assunto, esse artigozinho é em homenagem a um grande amigo ESAGUIANO que se formou nesse último sábado. O nome dele é Henrique, mas todos o conhecem como Hike.
Tenho certeza que na ESAG aprendemos algo. Os provões e o mais recente ENAAAAAAAAD mostram isso. Finanças, marketing, recursos humanos, processos produtivos entre outros. Mas isso que nós aprendemos também é aprendido pelos alunos da UFSC, da ÚNICA/FGV, da UNISUL. O conhecimento vomitado por nossos professores é quase universal, mudando apenas a qualidade do vômito e as experiências profissionais que eles passaram. É um vômito globalizado, se é que me faço entender.
Mas para mim o grande diferencial da ESAG é o que aprendemos no tratamento humano, o famoso QE – Quociente Emocional. Aprendemos a nos conhecer, a nos comunicar, aprendemos a errar e a competir. A qualidade do relacionamento inter pessoal da maioria dos ESAGUIANOS é notório. Participe de algum encontro de empresa Junior ou de acadêmico e verá.
E o Hike, onde fica nessa história?
Liderança. Todos nós precisamos nos basear em alguém para desenvolver nossa capacidade de comunicação, nossa capacidade de superar os desafios e nossa capacidade de tentar motivar alguém. E para mim, nesse tempo em que estivemos na ESAG pude aprender muito com ele.
Aprendi a competir contra ele. As verdadeiras batalhas travadas entre os MIGUÉS e o NOUS sempre foram marcadas pela rivalidade e jogo duro. Aprendi a jogar com ele, que sempre me incentivou e me tranqüilizou, chamando a responsabilidade para si nos momentos difíceis e me passando confiança nas partidas mais difíceis. Ajudamos a criar a Atlética da ESAG juntos, e ele foi o primeiro a me oferecer ajuda quando assumi a Diretoria Financeira.
Fomos vice-campeões do JIUDESC uma vez. Aprendi a superar a dor para lutar pela ESAG que ele tão bem defendeu. Jogamos com camisa de pano, mas nos superamos. Aprendi a defender meus argumentos como ele tão bem fazia. Por isso não é e nunca foi uma unanimidade na ESAG. Aprendi que não devemos abrir um extintor e jogar em nossos coleeeegas no dormitório do CAV. Aprendi a admirar os mais experientes, a ouvir seus conselhos e a me exaltar quando for preciso.
Apesar de não ter sido convidado para o bailão da formatura na Casa Rosa, fica minha homenagem para um grande líder e defensor da ESAG que perdemos no dia a dia (e ganhamos no mercado de trabalho).
Todos devemos admirar os mais experientes e tentar ser melhor do que eles. Você tem alguém que respeita muito na ESAG? Concorda que nosso diferencial é basicamente humano e não técnico?

2 comentários:
Fiquei emocionado....de verdade...
A melhor recompensa q alguem pode ter é ser reconhecido por pessoas inteligentes, sensatas e acima de tudo, por alguém que a gente admira.
Saio da Esag mas sei que algumas pessoas que lá ficam irão carregar o espírito esaguiano até o final, no lugar de onde nunca deverá sair.
Sentirei saudades, não nego, mas sei que minha fase na Esag ainda não acabou...quem sabe um dia darei aula pros teus filhos...hehehhe
Um grande abraço Fi, fica com Deus, quando precisar, conta comigo...sempre.
Um abraço do teu amigo, Hike
Que baitolagem esse post, hein?
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